O técnico do Como, Cesc Fabregas, comentou a derrota por 3 a 2 para o Feyenoord pela Liga dos Campeões, afirmando que a partida representa um “crescimento constante” para a equipe e que o clube deve continuar aprendendo. Segundo Fabregas, o resultado foi influenciado pelas escolhas tácticas feitas no início do jogo, nomeadamente ao sofrer o empate precoce, mas sublinhou que nos últimos trinta minutos o Como teve o controlo do jogo, embora o Feyenoord merecesse a vitória.
O treinador manifestou-se então preocupado com o estado físico do defesa Diao, afirmando que o jogador “sentiu que já não conseguia correr” e que era necessário avaliar se a lesão foi gerida a tempo. Fábregas reiterou a importância de Diao para a equipa, citando a sua presença também na fase ofensiva e no golo marcado. A Liga dos Campeões, acrescentou, é um “presente” para o Como, resultado da temporada anterior.
O Como teve que enfrentar um adversário de igual valor, o Feyenoord, que se revelou uma equipa habituada a vencer tanto em casa como fora. Fabregas reconheceu que a seleção holandesa foi mais forte no geral, mas também destacou os momentos em que Como conseguiu colocar o adversário em dificuldade. Ele se referiu a jogadores como Baturina, que na Série A conseguem se livrar da pressão com mais facilidade, mas que tiveram dificuldades nesta partida.
Quanto à Liga dos Campeões, Fabregas sublinhou que é a competição mais dura, com um nível superior a um Mundial. Ele citou exemplos recentes, como o Bayern com seus titulares que sofreram e o Barcelona, para destacar a dificuldade de jogar fora de casa nesta competição. Apesar das dificuldades, o treinador continua confiante e disse que a equipa “está a fazer o seu caminho aos poucos” e que é preciso manter a cabeça fria e a continuidade.
O Como terá agora de reconsiderar as suas escolhas tácticas e a gestão de lesões para se preparar para os próximos desafios europeus, com o objectivo de transformar as lições aprendidas em resultados positivos nos próximos jogos.
