A Atalanta mantém Maurizio Sarri no comando, apesar dos protestos públicos após a partida de 4 a 4 contra o Frosinone. O treinador continua no centro do projeto do clube e a direção não dá sinais de uma possível mudança de banco.
A partida contra o Frosinone, disputada em casa, foi a primeira da temporada após a visita a Amsterdã apenas 66 horas antes. Apesar do cansaço, a equipe percorreu 121 quilômetros, superando os vizinhos em número de sprints e distância total. A análise mostra que embora o Frosinone tivesse vantagem em termos de minutos de jogo, a Atalanta conseguiu manter a pressão e mostrar uma energia superior. O meio-campista Bellanova, que já havia deixado o time por lesão, também foi excluído durante a partida.
O Il Corriere di Bergamo informou que os jogadores “jogaram pelo Sarri”, destacando um clima de união dentro do grupo. Isto contrasta com a situação do ano passado, quando a Atalanta sofreu a expulsão de Ivan Juric após a derrota por 0-3 para o Sassuolo. Hoje não há sinais de ruptura interna e o técnico não é alvo de discussões públicas.
O clube decidiu, no verão, contar com um novo diretor técnico e manter Sarri como treinador. A escolha foi pela consolidação de um novo projeto técnico e não há previsão de voltar atrás após alguns meses de dificuldade. Sarri já começou a reorganizar a equipe, adotando o 4‑2‑3‑1 e transferindo De Ketelaere da ala para o meio-campo ofensivo. A comissão técnica também está trabalhando para entender as causas das lesões musculares frequentes, com o objetivo de reduzir o risco de lesões futuras.
O clube reiterou que embora a torcida tenha manifestado frustração com as vaias, isso não indicava mudança no banco. Sarri continua no centro da estratégia e a gestão está pronta para fazer novos ajustes para adaptar os princípios de treino às características do plantel. A equipe segue focada no crescimento constante, com a esperança de melhorar os resultados nas próximas partidas da Série A.