O meio-campista do Espanyol, Cala, foi crítico após a derrota por 1‑0 para a Real Sociedad, no Estádio San Mamés. Na entrevista concedida ao DAZN no final da partida, o jogador explicou que a equipa não soube manter o marcador e que a falta de pressão em momentos-chave custou-lhe a vitória.

Cala foi uma das novidades do onze titular do técnico Manolo, depois de ter passado vários jogos no banco. Apesar da participação no único gol da partida, o jogador descreveu seu desempenho como “cinzento e sem soco”, comparando-o ao dos atacantes que também apresentaram desempenho abaixo do esperado. O jogo do Espanyol, segundo Cala, foi afetado pela “pólvora úmida” do adversário, que mais uma vez mostrou seu poder ofensivo.

O médio admitiu que a equipa “sabia que ia ser um jogo difícil” e que “não sabíamos segurar o marcador, ficámos muito atrás”. Concluiu que a derrota “dói” e que o objetivo imediato é ir ao jogo da Taça com “as melhores expectativas possíveis” e recuperar a energia necessária para continuar a competir.

Na sua reflexão, Cala também reconheceu a crise de jogo que atravessa o Espanyol. “É verdade que não estamos no nosso melhor momento, temos dificuldade em vincular aquele jogo e a ideia do místico com o que se reflete em campo”, afirmou. Acrescentou que a sorte não está do seu lado e embora a equipa esteja a trabalhar muito, os resultados não se concretizam.

Por fim, o jogador analisou o impacto dos gols na dinâmica da partida. “Quando marcamos um gol e empurramos aquele bloco baixo, acho que isso nos prejudica”, disse ele. Com esta observação, Cala sublinhou a importância de manter a pressão e evitar que o adversário aproveite momentos de vantagem.

O Espanyol terá que avaliar a sua estratégia antes do próximo jogo da Taça, esperando que as lições aprendidas em San Mamés lhe permitam melhorar o seu desempenho e evitar repetir os erros que lhe custaram a vitória.

Mundo DeportivoEste artigo foi reescrito e localizado pelo ScoreLens a partir do relatório original.
Ler original ↗ ← Voltar às notícias