Barcelona demonstrou que, sob a direção da Deco, a gestão de recursos pode traduzir-se em resultados tangíveis. Com o estrito “fair play financeiro” em jogo, o clube se deparou com a tarefa de substituir Lewandowski, Torres e Rashford sem gastar com o cofre, e de melhorar o estilo de posse de bola tendo Rodri como peça-chave. Três meses depois, o diretor esportivo pode afirmar ter feito as contratações mais inteligentes da era recente do clube.

Entre as novidades, destacam-se Gordon, Gabriel Jesus e Adeyemi. Não são figuras da estatura dos grandes nomes da liga, mas oferecem soluções criativas e versáteis. O Barça tem em média mais de quatro gols por jogo, o que reflete um ataque coral, imprevisível e voraz. O inglês adaptou rapidamente o estilo exigido por Flick, proporcionando velocidade para quebrar linhas, transbordar para desequilibrar e finalizar com as duas pernas. Por sua vez, Gabriel Jesus, que havia perdido destaque no Arsenal, voltou a sorrir no Camp Nou e se firma como uma alternativa confiável ao Raphinha.

O mérito da Deco não se limita aos nomes que trouxe. Ele construiu um elenco profundo, com argumentos e substituições em cada posição, o que permite a Flick rodar, alimentar a concorrência e dosar os titulares ao longo de uma longa temporada. O resultado é uma equipe que vence com esmagadora superioridade e confiabilidade metronômica. Com este Barcelona insaciável, qualquer tropeço do Real Madrid ameaça abrir uma brecha difícil de recuperar.

Quanto ao futuro, o clube se prepara para continuar disputando todas as competições. O Deco venceu o verão, mas agora é a vez da equipa demonstrar o seu domínio no campeonato, na Liga dos Campeões e nas taças nacionais. O plantel, reforçado e equilibrado, parece pronto para conquistar tudo o que se propõe.

Mundo DeportivoEste artigo foi reescrito e localizado pelo ScoreLens a partir do relatório original.
Ler original ↗ ← Voltar às notícias