O mural de Franco Baresi, localizado próximo à Casa Milan, foi novamente vandalizado, desta vez com tinta preta que manchou a Copa, a braçadeira de capitão e o logotipo do clube. O ataque foi relatado por Carlo Pellegatti, jornalista que acompanha o clube há muitos anos, através de um vídeo publicado em seu perfil no Instagram. No vídeo, Pellegatti mostra a imagem danificada e expressa forte indignação, afirmando que a arte dedicada ao lendário capitão foi “sensacionalmente desfigurada”.
O episódio surge poucas semanas depois da devolução do mural, depois de o artista Luca Rosada, conhecido como Lucas Street Art, já ter tido que intervir para restaurar a obra após o primeiro ataque. Rosada respondeu aos comentários de Pellegatti confirmando a sua determinação em intervir novamente, declarando que “o pior nunca terá fim, mas felizmente também não desistirei e voltarei para fazer as pazes, respeitando Franco Baresi”. A promessa de reparar a obra sublinha o desejo de preservar a memória de Baresi e manter intacta a representação artística do clube.
O mural, criado em homenagem a Franco Baresi, é um símbolo importante para o Milan e seus torcedores. A repetição deste ato de vandalismo evidencia a necessidade de proteger as obras públicas dedicadas à história do clube. O episódio gerou forte reação na comunidade rossonera, que manifestou solidariedade ao artista e a Baresi, pedindo ao clube que adote medidas preventivas para evitar futuros atos de vandalismo.
O AC Milan disse estar ciente do acontecimento e trabalhar com as autoridades locais para identificar os responsáveis. Enquanto isso, o artista Lucas Street Art já planejou uma reforma, que deverá ser concluída nas próximas semanas. O evento reacendeu o debate sobre a importância da proteção das obras de arte públicas e a necessidade de garantir a segurança das instalações do clube. Com a promessa de uma nova intervenção, a arte dedicada a Baresi deverá voltar a brilhar, continuando a homenagear a figura de um dos maiores capitães da história do AC Milan.